sábado, 27 de fevereiro de 2016

Osz.OneBeta01

Esboço de um Projeto de eZine pessoal. No começo seria apenas com material produzido por mim (mais tarde poderia publicar material de terceiros: textos, fotos, artesanato regional, locais turísticos etc.) e se porventura alguém se interesse em contribuir financeiramente, com mecenato, com anúncios, doações de vultuosas quantias em dinheiro ou produtos não perecíveis estas pessoas serão especialmente bem-vindas...


quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

O Desenhista Manara e sua anatomia (não tão) impossível.

Em defesa de Milo Manara, o Desenhista não o Homem.

Osni Winkelmann 


Não discuto o bom gosto da capa e espero não ser tachado de machista quando minha única intenção é "defender a honra do DESENHISTA Manara"

Sobre a capa de Manara para Mulher-Aranha, vi a maioria das comparações e reconstruções feitas e devo dizer sobre essas imagens que, desculpem-me, mas as baseadas em programas 3D são amadoras e as reconstruções fotográficas demonstram absoluta falta de conhecimento fotográfico.

Dou graças ao comparador de fotos do Google que me trouxe uma imagem que poderia ter sido a própria fonte do desenho do Manara se não fosse o fato de que o considero um dos melhores desenhistas realistas de todos os tempos, profundo conhecedor de anatomia pois nasceu e foi criado em uma escola de Arte (italiana) que nos deu alguns dos maiores nomes das Artes Plásticas de todos os tempos e alguns dos grandes Desenhistas da História das HQs.

Eis as imagens comparadas, pensei em censurar a foto mas depois achei que não seria preciso. Ia publicar a comparação em um sítio americano mas acabei não fazendo pois as discussões lá envolvem questões culturais que compreendo mas não domino e considero que neste grupo e em nossa própria língua posso me defender melhor e ser melhor compreendido.

Eis a comparação e me digam apenas se o Manara realmente cometeu um erro de anatomia. Como desenhista que viu a imagem e a achou perfeitamente aceitável anatomicamente (e ofendido em meu orgulho quanto à minha capacidade de avaliação) eu mesmo achei insuportável a acusação feita ao mestre italiano como se ele fosse um amador.

P.S.: Quem fez a paisagem urbana de fundo para ele pisou na bola feio em relação à perspectiva e ao uso de réguas paralelas (espero que não tenha sido ele mas alguém da sua equipe ou todo meu discurso em sua defesa foi em vão).









Muitos criticaram o Desenhista e afirmaram que a imagem da capa da Mulher-Aranha nº1 não era anatomicamente possível mas parece que estavam errados.

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Vincente Alcazar not Vince Colletta.

Sempre quis mostrar esse trabalho do Colletta (me dá dúvida às vezes se é dele mas devo confiar nos dados do material) publicado no Brasil em 1979.

Arte de Vincente Alcazar.













terça-feira, 10 de maio de 2011

Sobre a Impertinência|Irrelevância do Meu Projeto de Fazer Uma Análise Comparativa Entre o Trabalho dos Desenhistas Mais Influentes a Partir do Final dos Anos 60.

WIP

Não percam.


osz.winkelmann

O Vazio que Senti ao Ver o Lápis da Página foi Estarrecedor

Ah!?

Estava dias destes deslizando pelas páginas da rede que recebo no Google Reader e me deparei com os desenhos ainda a lápis azul de uma página de, talvez, Sean Phillips, quase com certeza.

Vendo aqueles desenhos que depois serão pintados|fixados com tinta, seja qual for, e receberão os balões de texto e um sentido, me veio a sensação, que não tinha a muitos anos, desde que era desenhista de Story Boards em uma agência de publicidade. Era aquela sensação de falta de sentido do que no papel está gravado de forma delével, ainda É extremamente difícil para mim explicar mas há que se tentar.

Existem páginas de quadrinhos em que os desenhos nos levam a inventar um diálogo quando este não existe, são, em geral, cenas de ação, seqüências em que há uma lógica seqüencial ou em que não há qualquer lógica mas em que podemos viajar na maionaise. Eisenstein ou Koianisqatsi(?). 

Mas há outras em que, provavelmente seja apenas o diálogo entre dois personagens enquanto estes se movem por um ambiente qualquer e em que não há imaginação que nos possa dar uma clue (cluelessomos) do que catzos está acontecendo. Eis o vórtice, o vazio, aquela sensação de completa inutilidade do que estamos fazendo.

Eis o vázio da minha vida, aquela hora em que olho para a folha que já não está em branco e vejo a inutilidade do que está lá feito e, mesmo que depois aquela série de desenhos seja complementada por um texto magnífico e cheio de sentido do mais genial dos escritores, jamais, JAMAIS, reencontrarei a paz de espírito que perdi pois tudo poderia ter sido apenas uma página em branco com o tal diálogo.



osz.winkelmann





Obra Aberta

Projeto desta postagem:

1. Laerte e seus comentário sobre Obra Aberta (de onde tirei? deveria ter guardado o texto!)

Quanto mais fechado mais aberto ou o avesso é o avesso do avesso?

2. Umberto Eco - Apocalípticos e Integrados.

O Autor e o Leitor, quem precisa ter mais domínio do conhecimento. A Obra Aberta como truque semiótico.

3. O idiota e a obra Aberta - o Público não entende o Nada.

(faz alguma diferença? e se o texto não for agradável? não será lido? e se não for?)








quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Se é pra começar, que seja já.

Esse blog é meu projeto de projeto de uma idéia sobre as possibilidades de desenvolver um pensamento filosófico sobre as Histórias em Quadrinhos.


Sobre as HQ's no Brasil? Não em princípio, mas se o pensamento for válido acho que uma das conseqüências será que sua validade abrangerá o universo das HQ's. A origem desse pensamento foi um texto em que vislumbrei a possibilidade de usar o discurso corrente nos meios ligados aos quadrinhos e ao cinema de que os personagens denominados mutantes, especificamente os X-Men, da editora americana Marvel Comics não seriam o sucesso que são e não assumiram as proporções que tem hoje apenas por serem uma metáfora para a adolescência. Mais do que isso, eles são a metáfora para a visão que os norte-americanos tem de si mesmos e do seu papel no mundo atual.


Como isso se desenvolve, a partir dos anos 60, quando foram criados por Stan Lee e Jack Kirby, até os nossos dias (lançamento do primeiro filme da franquia) e como entre outros produtos da cultura de massa norte-americana se tornam a idéia dominante dessas formas de cultura de massa.


O que visualizo como áreas a serem pensadas e desenvolvidas por mim para que possa levar a bom termo essa empreitada?
a. Definir o que entendo por Estética.
b. Levantar os pensadores relevantes para a minha tese.
b.a Que áreas do pensamento, além da estética deverão ser utilizados?
c...